Dia 1: 13 de junho.
“Buenos Aires lembra Paris”, “Buenos Aires é a Paris dos Sul Americanos” – sempre ouvi definições assim quando, curiosa, perguntava a quem já havia estado nessa capital. Ao menos, estas eram as definições mais sucintas!
Cinco dias em Buenos Aires foram o suficiente para não só endossar as frases acima, como para me encantar com cada pedacinho visitado naquela cidade.
Embarcamos no dia 13 de junho. Vôo tranquilo, chegada nem tanto por conta da pandemia da “gripe porcina”. Fomos recebidos com certo “cuidado” no aeroporto. Preencher formulários, responder a algumas perguntas, foto… Nada que se transformasse em um transtorno.
Primeira diferença: saindo do aeroporto:
Diferente de todos os aeroportos que conhecemos, a saída do aeroporto não dá exatamente para o lado de fora, para uma fila de pessoas aguardando por um taxi ou se direcionando para o estacionamento. A saída funciona como uma entrada para um ambiente cheio de cabines com funcionários nos encarando e oferecendo taxis a preço fechado.
Por $ 120,00 pesos, contratamos um (utilizando o cartão de crédito, já que não havíamos feito o câmbio em pesos até então) – chamado por uma daquelas garotas ou rapazes, funcionários das empresas de transporte, que ficam em suas cabines anunciando ininterruptamente “TAXI, SEÑOR?” “TAXI SEÑORITA?”, sim, elas nos chamam de señoritas, não importa a idade ou aparência que temos.
Até o taxi chegar, decidi comprar uma garrafa de água. Probleminha… Câmbio. Acabei pagando $ 2,20 dólares por uma garrafinha d água em plena América Latina.
Daí prá frente era tomar o taxi e chegar no hotel.
Após deixarmos as malas no quarto… Rua! Surpresa: ruas vazias demais… Estávamos no centro de Bs. As. , na frente da praça do Congresso, num sábado à tarde e não havia movimento algum. Caminhamos da Praça até a Avenida de Mayo e em seguida até a famosa 9 de Julio. Não nego que, mesmo vazias, aquelas avenidas encantam a qualquer um. A arquitetura dos prédios nos remete mesmo à Paris. Cafés espalhados pelos quarteirões, bistrôs, vinho… E a cidade ainda tem o TANGO!!!
Avenida de Mayo, imagem do BSAS daily, já que não tiramos fotos neste dia.
Vista aérea da 9 de Julio. Alguma dúvida sobre a “largura” da avenida?
Depois de observarmos esse pedacinho, chamamos outro taxi e pedimos para que ele nos levasse a algum lugar mais movimentado. Só então entendemos: era feriado do dia do soldado e o centro só tem movimento em dias úteis, pois é uma área estritamente de trabalho. Micos de primeira visita…
Primeira parada: Shopping Alto Palermo.
Lindíssimo! Dividido em duas partes. A entrada dos carros passa por baixo de uma “passarela” que integra os dois lados do shopping. De acordo com o motorista, devido à localização é o ponto de encontro dos moradores em finais de semana e feriados.
Muitas lojas de grifes internacionais e locais de muito bom gosto mas com preços… Bons para brasileiros com dinheiro e altos demais para a nossa famosa classe média.
Paramos mais tempo na loja da Sony para pesquisar preços de laptops. A conclusão foi a de que não valeria a pena comprar lá. Mas a loja é linda!
A loja da Sony!
Andamos metade do shopping, observamos as semelhanças, diferenças e depois, sem correr os riscos de primeiro dia, jantamos no Fridays´ e cafezinho no Starbucks.
Fridays` : Sentamos exatamente nesta mesa:)
E… Hotel! Aí, ligamos o computador e começamos a nossa pesquisa para a programação do dia seguinte ( que teria que ser, obrigatoriamente, bem mais argentino que este!). E foi! No próximo post conto tudo!





