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NATAL? JÁ?

Panetones invadiram as prateleiras dos supermercados há um mês. Sim, era outubro e já víamos as gôndolas lotadas desses produtos !

Todo o comércio já começa a acender suas luzes e pisca-piscas unindo a iluminação a tudo que caracteriza nosso Natal tropical: o Papai Noel com roupa de lã, bonecos de neve, cristais de neve.

Enfim: o espírito natalino começa a se instalar nos corações dos brasileiros cada vez mais cedo.

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Ambas as fotos: Shopping Ibirapuera – piso Jurupis, ontem.

Então vamos lá? Início de pesquisas se iniciando. Decorações de mesas, árvores de Natal, guirlandas, dicas de presentes, receitas e ornamentação de pratos, artesanato e por aí vamos!

Até mais e não deixem de passar prá dar uma olhadinha, tá?

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Ando numa correria relativa. Estranho, não é? Estou cuidando de minha mãe e isto me toma muito tempo. Para que tenham uma idéia, meu passatempo mais divertido e útil (acreditem!) tem sido conversar pelo TWITTER. Assim, consigo ficar ao ladinho da minha mãe, dando toda a atenção e de sobra, faço amigos, leio coisas que nunca ouvi falar, dou pitacos e cometo cada gafe! Rsrsrs.

Vocês não fazem idéia do quanto aprendo, dou risadas e até me comovo! Meus amigos TWITTEIROS são o máximo!

 

Quando anunciei a anemia da minha mãe, recebi por e-mail receitas MARAVILHOSAS  da Áurea Teodoro, sócia do CEG – Gastronomia www.ceg.com.br onde pretendo fazer muitos cursos. A escola dela é maravilhosa, pessoal. E ela… Ela é tudo o de bom! As receitas? Bem, só não as testei porque em todas elas me falta um ingrediente. Mas no final de semana saio com a lista e se Deus quiser coloco em prática.

 

A Fabiana Pinfildi , www.figosefunghis.blogspot.com é uma tchutchuca que me emociona demais! Seu blog é lindo, com receitas perfeitas recheadas de amor. Descobri que ela tem um restaurante, mas ainda não sei o nome. Quando souber, coloco a dica aqui.

 

A Lena Gasparetto, colunista semanal do Site Gourmet www.sitegourmet.com.br tem um humor maravilhoso! Apesar de falar outra língua, rsrsrs. Ela é chique e fina de doer, gente! Quando ela entra num “tete-a-tete” com o www.alhosepassas.wordpress.com, o melhor a fazer é ficar observando prá não “pagar os micos” que paguei!rsrsrs

 

A solidariedade da Tatiana do www.mixirica.com.br foi muito tocante.

E por aí vai. Eles sabem somente “TUDO” de culinária e gastronomia e de quebra, fazem caridade com gente como a gente!

Querem um conselho? TWITTEM! Mas twittem com gente que acrescente, que os faça crescer – como os meus followers!

E hoje, enquanto minha mãe caminhava com a Rose lá embaixo decidi voltar prá cozinha, nem que por um pouquinho. Peguei o que tinha e quer saber? Ficou muito bom!

 

Ingredientes: 

2 filés de anchova limpos,

Tiras de pimentões verdes e vermelhos

3 dentes de alho amassados

Misturinha de Pimenta do reino e Pimenta Cayena moída a gosto

Sal a gosto

1 colher de café de páprica picante

Fine Herbs para salpicar

1 raminho de Tomilho para cada filet

Limão espremido

Azeite a gosto

Raminhos de Manjericão Anão para enfeitar

Batatas fatiadas bem fininhas para montar a cama

 

Modo de Preparo:

 

Montagem: Recorte um pedaço de papel alumínio que seja suficiente para envelopar o filet. Distribua as fatias de batatas no centro do papel, regue com Azeite e um pouquinho de sal. Disponha o filet sobre a cama de batatas e tempere:

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Salpique todos os ingredientes do tempero, distribua as tiras de pimentão e por último o ramo de Alecrim. Regue com o Azeite, feche o envelope como na foto.

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Leve ao forno por aproximadamente 15 a 20 minutos.

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MOLHO DE SHIMEJI COM MINI MILHOS

 

Ingredientes:

 

½ cebola bem picadinha

1 dente de alho amassado

Azeite para refogar

½ xíc de vinagre branco

1 xíc de shoyu

½ xíc de vinho branco

1 colher de café de Gengibre em pó

1 pacote de cogumelo Shimeji em conserva

½ vidro de mini milho em conserva cortado em pedaços médios

Aji-no-moto a gosto

 

MODO DE FAZER

Refogue a cebola e o alho no azeite. Adicione o vinagre, o shoyu e os cogumelos e deixe reduzir um pouco. Adicione então o mini-milho cortado, o gengibre em pó e o vinho branco. Cozinhe por aproximadamente 10 minutos em fogo baixo. O molho fica encorpadinho, muito gostoso. Se quiser e gostar, coloque uma pitadinha de açúcar. ( neste molho eu não coloquei).

 

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Não sei dar dicas de vinhos não! rsrsrsrs

 

Zoe explica que utiliza esse creme para rechear infinitos tipos de doces: eclaires, tortas de frutas, napoleões, vol-aux-vent, etc.

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INGREDIENTES:

2 XÍCARAS DE LEITE

½ XÍCARA DE AÇUCAR

2 COLHERES DE SOPA DE MARGARINA SEM SAL

1 PITADA DE SAL

1/2 FAVA DE BAUNILHA OU 1 COLHER DE SOPA DE EXTRATO DE BAUNILHA

3 COLHERES DE SOPA DE MAISENA

1 OVO

3 GEMAS

PARA O CREME

Junte o leite, ¼ do açúcar, a margarina, o sal e a baunilha numa panela em fogo baixo até começar a borbulhar nas bordas.

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Remova a panela do fogo:

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Bata  a maisena com  o restante do açúcar.

Adicione  o ovo e as gemas à maisena e bata com o fouet.

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Lentamente vá adicionando pequenas porções do creme de leite quente à mistura de ovos. Este processo  é chamado de “temperar os ovos” -  até que alcance aos poucos a mesma temperatura do leite quente da panela e não coalhe.

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Quando a mistura de ovos e parte do leite estiverem mornas ao toque, despeje-a de volta à panela com o restante do leite.

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Ligar novamente o fogo e deixar ferver por 2  3 minutos sem parar de mexer. O creme vai engrossar rapidamente pela ação da maisena, mas não pare de mexer para não empelotar.

Quando ficar pronto, estará liso e brilhante.

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Passe o creme para um travessa rasa.

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Passe o creme por uma peneira utilizando uma espátula de borracha para ajudar a coar- o creme fica bastante grosso para que coe sem “essa  forcinha”.

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Cubra com filme plástico pressionado diretamente sobre o creme para que não se forme uma película. Mantenha a travessa no freezer por 15 minutos ( isto faz com que os ovos se resfriem rapidamente) e depois, na geladeira por alguns dias.

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A dificuldade em lidar com o inesperado é difícil de ser superada. Essa coisa que a vida tem, de nos levar do alto para baixo e do abismo para a elevação é uma manobra muito ingrata. Mexe com nossa emoção. Coloca abaixo nossas certezas.

Ultimamente tenho tido que alterar a programação de tudo o que planejo. Não falo de somente de grandes metamorfoses ou programações, mas até de pequenas intenções e desejos a serem colocados em prática.

Um curso aqui, um exercício ali, uma viagem programada, a dieta equilibrada ou uma mudança muito desejada.

Sei que a vida não é previsível, reconheço também que esta imprevisibilidade muitas vezes nos traz surpresas maravilhosas!

Neste momento, até minha presença na próxima consulta marcada é uma incógnita. Mas vamos tentar levar da forma mais leve, afinal o futuro é o que esperamos da vida! De repente a próxima surpresa pode ser um susto daqueles de fazer rolar de rir de tanta alegria.

Aguardando a próxima surpresa, depois de tanto tempo,  publico aqui meu feriado de 12 de outubro, quando o dia seguinte parecia estar definido e a rotina de hospitais com minha mãe não havia se instalado.

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 O MERCADÃO: Demorei tanto para postar que me esqueci o nome das frutas. Fotografei as que comprei.Desculpem= (

Olhem só o comentário da Zoe , do ZOEBAKES, no meu TWITTER = )

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Aqui, queijos, frios e azeites…Hummm. Quando voltar a cozinhar, usarei tudo!

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Desta eu me lembro: Maracujá Doce. Mas tem um outro nome. É redondinho e beeem mais doce que o comum.

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Essa fruta é dos Deuses! Eu já conhecia, mas parecia estar mais gostosa!

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Essa Ponkã não existe! Enorme! E um sabor gente… Doce, doce, doce! Também importada.

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O Grapefruit.

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O Melão espanhol.

 

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Lá em cima, no Mezanino lanchando:

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Viram?Minha mãe estava aí… Saudável, adorando o passeio.

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E o almoço, no dia seguinte, no “A Figueira Rubayat”. Não tirei foto do prato principal: carnes grelhadas! Saborosíssimas, muito macias e sem gordura.

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O couvert…Igualzinho ao do Las Lillas. Doze tipos de pães que saem quentinhos dos fornos da casa para acompanhar queijos, escabeches, tomate seco, abobrinhas grelhadas

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O foie gras grelhado sobre torradinha com molho adocicado.

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Eu e Má… Minha mãe estava do outro lado da mesa, bem embaixo da figueira… Encantada!

Mais um pouco do Dia dos Pais

Numa família nada vegetariana como a nossa, feijoada é o prato que agrada a todos. Mesmo os comedores de carne branca da família se curvam ao sabor dessa delícia!

Na verdade, somos uma família que não dá trabalho para comer… Sem muitas restrições, rsrsrs

Fiz estes canapés de entrada brincando com meus novos cortadores em formas geométricas. O pão de fôrma, cortei em formato triangular. O queijo branco, em forma de círculo. A base foi patê de alho, depois tomates secos, cogumelos e salsinha.

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O canapé Pink teve base de patê de cerejas bem apimentadinho. Depois o queijo branco, as azeitonas e a salsinha.

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Procurei caprichar na decoração da mesa do almoço, já que as cadeiras estão consertando…

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As sobremesas agradaram bastante. Fiz novamente o delicioso Tiramissú e minha cunhada trouxe “O melhor bolo de chocolate do mundo”,do www.omelhorbolodechocolatedomundo.com . Fez o maior sucesso! Cheio de charme, lindo e delicioso esse bolo feito sem farinha nem fermento.

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Foi bom demais!

Eu não ia a Campos do Jordão desde 1985, na minha lua de mel, rsrs. Considerando esses 24 anos sem visitar a cidade, imagine a surpresa ao vê-la tão diferente. Muito mais charmosa, aconchegante e bela.

Sem contar a infra-estrutura adequada, a paisagem florida e quanta gente bonita!

A gastronomia somada ao frio  justifica a grande gama de restaurantes que fazem de seu roteiro gastronômico um charme a parte. Comer deixa de ser uma necessidade e passa a ser um chamado aos olhos e ao paladar.

 Ficamos por lá apenas um dia e meio. Chegamos no sábado no horário do almoço e retornamos no domingo ao final da tarde. Mesmo assim, valeu muito!

A chegada foi deixar as malas no hotel e … Direto para Capivari.

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ALMOÇO NO DAVOS: Restaurante extremamente vazio. Nós e mais um casal para ser mais exata. Nenhum som ambiente… Acho que a sofisticação passou do ponto. Mas a comida é realmente muito boa. Só o couvert ficou devendo… Em quantidade! Serviram uma porção que poderia ser suficiente para um casal…Mas eramos cinco adultos!

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Vamos aos pratos:

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Medalhão ao Perfume de ervas: Medalhão de filé mignon selado em azeite com molho de cogumelos e estragão ,servido com maça verde flambada em redução de vinho tinto e ervas finas.

davos_campos do jordao 017 Medalhão Davos: Medalhão de filé mignon selado em azeite com molho de pinhão , servido com risoto de cogumelos.

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Abadejo de Itapuã: Filé de abadejo grelhado com creme de leite de coco, servido com purê de batata doce em tuile de parmesão.

Dali, as “crianças” decidiram comer a sobremesa numa doceria: o espeto de frutas com calda de chocolate.

O bom mesmo foi que encontrei tanta coisa nessa doceria… Acabei comprando uns quitutes bem diferentes e o que mais me encantou: os licores de pistache e lichia! Agora procuro receitas para utilizar meus novos ingredientes.

E dá-lhe andar!

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Anoitecendo, voltamos para o hotel e …soninho básico prá sairmos à noite e comer um… RODÍZIO DE FOUNDUE na BOCA DO CROCODILO! Não conhece, né? Nem eu… Serviço bem ruinzinho, mas o foundue de queijo gente! Aff… tava muito, mas muito gostoso!

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Dalí, direto dormir!

No dia seguinte decidimos conhecer o Museu Felícia Leirner a Fazenda Baronesa Von Leithner. No caminho passamos pelo Palácio da Boa Vista, mas não quisemos entrar. Pertinho também tem a Gruta dos Criolos e outros pontos… Mas desses eu ainda me lembrava mesmo há mais de 24 anos!

Museu Felícia Leirner – a céu aberto.

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 Fazenda Baronesa Von Leithner: a primeira plantação de berries do Brasil

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Que passeio lindo! Bistrô, café e landscape… Alí também deu prá fazer comprinhas culinárias. Geléias inusitadas, pães, biscoitos, chocolates! Tudo feito na fazenda ( dizem!).

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E…o almoço no Bistrô da Baronesa:

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Esse courvert valeu! Gente, que delícia! Pães fresquinhos, quentinhos… Assados na padaria da fazenda, mais geléias, patês, manteigas aromatizadas. Delicioso!

Os pratos:

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Ravioli com massa de blueberry e calda de frutas vermelhas

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 Truta grelhada ao molho de alcaparras e amêndoas e arroz à jardineira

 

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Sopa creme de cebola gratinada

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Medalhão de filet mignon com batatas assadas e um molho especial que minha filha não conseguiu se lembrar do nome.

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E depois…Momento nostalgia…Lindo!

Fomos rever o Hotel em que passamos nossa lua de mel: O Vila Inglesa.

Não tem mais esse nome. Agora chama-se Vila Mazaroppi.

Olha… continua lindo! Muita coisa mudou, reestruturou, remodelou, ( nossas vidas também, né?) mas que charme tem aquele hotel! Valeu!

Valeram estes 24 anos,

valeu ter voltado lá,

valeu ter revivido momentos lindos e

acima de tudo ter insistido,

ter cedido,

ter recomeçado,

ter conseguido nos manter juntos prá poder viver momentos ainda melhores ! Se Deus quiser!

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*-* Olhando e lembrando: “Foi bem alí, ó!”

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Aqui os filhos diziam: ” Ficaram emocionadinhos, haha”

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Ano que vem tem Bodas de Prata, se Deus quiser!:)

Virei mesmo cozinheira? Acho que sim!

Nem sempre ganhando, nem sempre perdendo mas…Aprendendo a cozinhar!

Ainda sem cursos para não assumir nenhum compromisso, me matando prá executar as receitas, improvisando muitas vezes e o pior: tentando montar os pratos como chefs fazem num piscar de olhos e nisto, sou um desastre!

Mas tenho tentado. Olha aqui:

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O bolo do último aniversário da minha filhota: morango com chantilly.

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O bolo do último aniversário do filhote: trufado com amêndoas.

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Meus pães de batata sovados em minha nova máquina de pão ;)

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Minha torta de blueberries ( mirtilos) – receita adaptada do site de John Barricelli, “everydayfood”.

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Aqui, a torta servida com chantilly. Não sei mesmo enfeitar um prato, né?

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Minhas bruschetinhas de beringela acompanhadas de meus pãezinhos.

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Minha salada de folhas verdes com radichio e figos frescos. Servi o molhinho com redução de aceto balsâmico, como na sugestão do site www.chefachef.com.br

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As primeiras investidas usando minha nova sorveteira :)

Sorvetes de baunilha, menta e cacau. Ah…Este caramelo rendado aprendi no youtube!

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 ”Mijadra”: arroz com lentilhas e a salada de grão de bico.

E assim vou indo, uma inventadinha de molhinho aqui, um condimento diferente alí e meu pessoal dando aquela força!

Ainda vou atrás da técnica, viu? Ainda chego lá!

beijos

Expliquei no post sobre o feriado que não consegui resistir a algumas delícinhas que encontrei em Campos.

Aqui vão alguns exemplos que realmente mereceram  ser fotografados:

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Licor de Lichia e Pistache

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As geléias de damasco, blueberry e maracujá da Fazenda da Baronesa

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Os antepastos da mesma lojinha dos licores ( não me lembro o nome). O de salmão Zakuska já tá no fim!

 

Outra coisa muito especial que comprei na Baronesa foi a pasta colorida. Vejam só, aqui ela já está cozida, no escorredor de massas:

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Aqui o zoom do logotipo do pacote:

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Então decidi preparar um “molhinho especial”. Cheguei em casa meio cansada e fui olhar a despensa, geladeira, freezer… Minha “patroa” faltou hoje e eu não tinha idéia do que fazer.

Pois bem, fiz  guacamole para ir enganando o estomago dos famintos enquanto “criava” minha massa especial.

Tinha carne seca desfiada no freezer, restos de frango ensopado de ontem e veio a idéia de desfiar o frango e juntar os dois. Se combina? Não sei. Só sei que ficou bom prá caramba!

Refoguei as carnes desfiadas com cebola, alho, tomate, salsinha, cebolinha…O de sempre. Mas aí… achei meio pote de Mascarpone na geladeira, mais um pouco de creme de leite, noz moscada, pimenta do reino. Gente! Arrasei, rsrsrs

Aqui vão as fotos por etapa:

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…do escorredor para a travessa

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…acrescentando o molho

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…cheio de queijo…gratinado

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Acompanhada pelo pão italiano (lindo) que meu marido trouxe!

Nossa! Esse sorvete de pistache deu trabalho! Mas ficou muito gostoso mesmo! O de cacau com café foi mais simples, mais parecido com os primeiros sabores.

Nada se compara ao mico do sorvete de chá verde da semana passada… Gente, eu comprei o chá… Fervia e espremia aquelas folhas até conseguir um caldo bem denso e bem verde para fazer a base! Nada a ver com as fotos que vejo e o sabor que senti quando experimentei no restaurante.

Pudera…Usei as folhas e era prá usar o pó. Aquele beeeeeem verdinho! Xá prá lá…  Ainda tento de novo!

Sabe o que eu concluo? Que cozinhar com prazer faz com que a gente não se importe com o trabalho. Passei no supermercado e vi, na prateleira de sorvetes, uma infinidade de sabores… Prontinhos! Só abrir o pote! Pensei na frase da Patty:

 “Ah! Gi, me poupe, vá?”

Mas não poupei! E foi um orgulho só ver meu povo saborear o MEU sorvete! Não que eu me importe muito com os tais emulsificantes e aromatizantes, mas não deixa de ser uma justificativa. Sorvetinho saudável e delicioso com suspirinhos prá acompanhar!

Adoro ver a massa tomando forma na sorveteira!°-°

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Olha, aquele verde do sorvete de pistache comprado pronto não tem nada a ver com o feito em casa. O caseiro fica mesmo verde-amarronzado… cor de pistache!
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Até ajustar a “pose” o de cacau derreteu um pouquinho, mas não faz mal!

Eu adoro fazer pães na máquina. Todas as vezes fico observando, namorando… Todos riem quando converso um pouco com a massa mas é como se ela precisasse de um contato mais…humano! E dá certo!

Neste final de semana fiz dois pães, um de nozes e outro de iogurte. O de nozes vocês poderão apreciar a foto logo abaixo, mas o de iogurte… Não deu tempo! Ele evaporou da travessa! Sumiu! Quando me lembrei da camera, já era! Fica prá próxima:)

Pão de nozes (receita do manual da máquina):

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TORTINHAS DE AMOR

Na maioria das vezes, cozinho com e por carinho. Mas há dias em que coincide a nossa falta de criatividade com a necessidade de fazer um carinho especial.

Hoje eu queria muito agradar minha pequena, que anda meio cabisbaixa e que prá piorar, chega em casa após a meia noite (depois da faculdade). Nesse horário, um bife e uma salada decididamente não seduzem ninguém a uma refeição, não é?

Pois bem, mais que diferente eu quis fazer algo que demonstrasse  todo o meu carinho e a minha vontade de que  perceba o quanto quero que ela se alimente bem.

Fiz algumas mini tortinhas de palmito ( nada de novo em fazer tortas de palmito), mas foi a primeira vez que as fiz em porções individuais, em forma de quiches.

Ela ainda não chegou, mas o resto da família já aprovou e me deixou bem feliz!

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Uma graça, né?

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Hoje fui à livraria Saraiva com meu filho e acabei saindo de lá com 3 novos livros de culinária. Coisa boa, né?

Saindo de lá, tinha que parar no supermercado prá comprar algo prô jantar. (Ainda sem usar nenhuma receita dos livros)

Comprei 10 filets de tilápia ( não me perguntem o peso, pois compro na base de dois por pessoa)

Temperei com sal, pimenta do reino, limão e um pouquinho de azeite.

Preparei a assadeira forrando-a com batatas cruas fatiadas para que os filets não grudassem. Senão, cada vez que a gente assa, metade dos filets ficam grudados na assadeira. Isso vale prá frango também.

Acomodei os filets, cobri com tomates bem picadinhos ( para não ressecarem enquanto assavam) e os deixei marinando enquanto preparava o molho de maracujá

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Molho de Maracujá:

½ cebola picadinha

2 dentes de alho amassados

Azeite para refogar

1 copo de suco de maracujá concentrado.

Polpa de dois maracujás

2/4 de xíc. de açúcar

Um pouco de água

Pimenta líquida a gosto ( usei Tabasco)

Sal a gosto

2 cenouras cortadas em palito.

Refoguei a cebola, o alho e juntei o restante dos ingredientes ( menos a cenoura). Deixei os sabores se misturarem e coei o molho para eliminar a maior parte das sementes do maracujá. Adicionei a cenoura e deixei cozinhar até ficar al dente.

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Engrossei um pouco o molho com maisena.

Liguei o forno e assei os filets enquanto preparava meu arroz  “Raris” 7 cereais pela primeira vez ( morrendo de medo). Preparei o arroz como um risoto. Até com a manteiguinha no final prá deixar mais cremosinho. Mas como demora, gente! Eu nunca tinha usado.

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De acordo com meu filho, ficou boooom demais! Levo em consideração sua opinião pois trata-se de um adolescente de 17 anos experimentando comida diferente, integral e saudável.

Mais algumas fotinhas:

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Conforme eu for usando, prometo postar dando as minhas opiniões.

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 O voo das borboletas

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“O meu tema hoje se refere a um aspecto da vida humana que me tem intrigado a sobejo: a liderança.

Seja a liderança de qualquer grupo ou em qualquer situação, seja a liderança de uma nação, de um Estado, de uma empresa, enfim, de qualquer conglomerado humano grande ou pequeno.

O líder é sempre uma pessoa atormentada. Quase sempre pela responsabilidade.

Ocorre-me agora, exatamente agora enquanto escrevo, que toda professora é uma líder, ela é quem conduz os alunos e a sala de aula.

Por sinal, no fim desta coluna estarei abordando a face mais característica de um líder, que é a condução dos seus liderados.

Do líder emanam as instruções para seu grupo, emanam as luzes para seu grupo, emanam o otimismo e a confiança, tudo emana do líder.

É prosaico dizer, mas um grupo sem líder é como um corpo sem cabeça.

Um grupo sem líder é como uma mulher sem pés e mãos bonitos, empaca tudo ali, e nem uma mulher assim, sem encantos nos pés e nas mãos, mesmo que seja bela, pode ser considerada bela.

Vejam o caso dos animais. Todas as espécies, em todos os grupos, têm líderes.

Por trás de qualquer manada de elefante, embora não se perceba, nas longas caminhadas da manada em busca de água ou de qualquer outro alimento, existe um líder. E, nas manadas de elefantes e nos bandos de leões, não raramente, os líderes são femininos.

Não faz estranhar que as fêmeas de algumas espécies animais sejam as líderes, porque na espécie humana, em última análise, as mulheres também são as líderes. Basta que se diga que se criou o termo dona de casa, que indica claramente quem manda na célula principal do agrupamento, que é a família, o domicílio.

Líder, portanto, é quem vai na frente, quem está na frente, quem conduz os outros.

O líder é uma pessoa diferenciada, há até casos raros em que o líder não é quem comanda, não é quem vai na frente e sim quem está por trás.

O líder tanto distribui as coordenadas quanto as recebe dos liderados, o líder costura, inflama, constrói, anima, mentaliza o que os outros confeccionam.

Dá para sintetizar numa só imagem o papel do líder: a de uma fileira indiana de pessoas que caminham no meio de uma floresta selvagem.

Lá vai a fila indiana de pessoas em busca de um objetivo.

E, na frente da fila indiana, de umas 30 pessoas, vai o líder, é lógico.

Ao líder, que vai na frente da fila na floresta, cabe desbastar o caminho com o facão. Vai avançando a trilha a golpes de facão que vão derrubando os galhos, os nós, os cipós. É estafante o trabalho do líder na abertura da trilha. Os outros todos vão apenas atrás, na cauda, no rastro da tarefa do líder.

Além de ter de desbastar os vegetais da trilha, o único que corre risco entre toda a fila indiana é o líder: é ele, por ir na frente, quem tem a posição temerária de receber as mordidas das serpentes. Mas é claro: por vir na frente, o líder é quem primeiro invade os ninhos das serpentes e por isso pode receber a dura punição das picadas venenosas das cobras.

Parece, portanto, que vida dura é a do líder. No entanto, apesar dessa dureza, ao líder é que cabe o esfuziante privilégio, o deleite inimitável, o prazer incomensurável de, por seguir na frente dos outros na trilha, sendo o primeiro que sacode os galhos da floresta, por isso conseguir ver, o primeiro e único a assistir ao alçar do voo das borboletas.

Quem já assistiu ao espetáculo extraordinário do alçar de voo das borboletas coloridas na floresta?

Assistir primeiro e unicamente a esse espetáculo é privilégio, compensação e recompensa do líder durante a caminhada.”

por Paulo Sant´Ana

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As mulheres lutaram tanto para conquistar seu espaço, demoraram tanto para serem respeitadas!

O direito ao prazer, a ir e vir, a ficar solteira ou divorciar-se, a ir ao cinema sozinha e é claro, de tomar pílula foram conquistas que praticamente determinavam a felicidade!

O universo feminino ficou tão obcecado por valorizar aquela mulher, que aparecia tão lentamente, com profissão fora de casa, com remuneração, com o direito conquistado de trabalhar mais para poder provar aos homens (que trabalhavam menos) que eram tão valiosas quanto eles, que ficou proibido pensar em outras possibilidades.

A dupla jornada cresceu, tornou-se tripla conforme elas, insistentemente românticas, insistiam em unir à condição de mulheres livres e auto-suficientes outros papéis. Nasceram assim perfeitas esposas, mães, filhas, sobrinhas, amigas, funcionárias, executivas. Acreditando ingenuamente que se dividiriam em mil, cumprindo igualmente todas as funções que cada um destes papéis lhes cobraria com a mesma competência e claro, com a mesma tranquilidade! O cuidado e a educação dos filhos seriam divididos com o moderno marido que estava nascendo.

Tarefas da casa foram divididas com muitos dos maridos da nova safra, as contas da casa também. Todas as providências necessárias para a execução, (mesmo que raramente bem sucedida e através de não raras crises de nervos), foram tomadas.

Ainda assim, alguma coisa escapou…não deu prá separar simples funções com habilidades tão diferentes.

O cuidado com os filhos também foi um empasse. A educação deles,  me desculpem os homens, ainda ficou por nossa conta. Nem é crítica, existem coisas inerentes ao homem e outras à mulher, só isso! E a gente vai concordar né? Esforço para dialogar, observar e discutir relação nunca teve cara de homem!

Ouvindo, há bastante tempo, a uma entrevista do José Wilker na TV Cultura,reparei numa resposta muito honesta que ele deu quando  o entrevistador o elogiou comentando o “belo trabalho” feito na educação de suas filhas: “isso já é mérito da mãe.” , disse ele. Não sei se ele se referia à Renée de Vielmond ou à Mônica Torres, atrizes com quem, respectivamente, teve as filhas Mariana e Isabel. Emendou que ele estava sempre ausente devido ao trabalho. (Interessante lembrar que tanto uma quanto a outra também trabalhavam, mais precisamente na mesma profissão que ele.)

Não há nenhum tipo de rancor neste texto, acreditem. Há  até um pedido de desculpas embutido. Desculpas às amigas que tiveram a coragem de optar a ficar em casa enfrentando a grande chamada feminista que partia muitas vezes de suas próprias mães que já exerciam suas funções fora de casa e de mim mesma, que não admitia a possibilidade da mulher se submeter a tamanha humilhação.

Ser “do lar” era abominável! A mulher “do lar” era apenas uma covarde, acomodada ou incompetente! Simples assim… Lançava-se mais um rótulo; A desocupada!

Em roda de amigos, (mais em roda de amigas!), o tom mudava quando a pergunta era lançada: “ E você, faz o que?”… “Ahh, é dona de casa…”. A partir daí o desprezo haveria se instalado. Quando, por alguma piedade, alguém insistia em prolongar a conversa com aquele ser desprezível, o curso era sempre o mesmo: “Como você agüenta?”, “Mas você não tem vontade de TRABALHAR?”.

Não dá prá deixar de dizer que entre todas as mulheres “do lar”, existiam sim as que faziam jus ao rótulo. Como também havia entre nós, as batalhadoras ativas, mulheres extremamente esgotadas com seus afazeres multiplicados. Cansadas da frustração de não poder exercer nossas funções “extra-lar” da mesma forma como os homens faziam. 

Havia alegres e tristes nos dois extremos. Havia as valorizadas e desvalorizadas nas duas pontas. Claro! Havia gente! Com expectativas diferentes e resultados nem sempre de encontro a elas.

Então, talvez seja o momento de nos permitir! Sempre com muita consciência e bom senso, claro, do contrário não seríamos mulheres! Mulher carrega a culpa do mundo nas costas. Tem que ser tudo com uma justificativa muito apropriada e verdadeira senão… Piraaaa!

Acreditem: ter condições de voltar “prá casa” pode ser bom demais!

E às que saíram e não querem voltar, restará  sempre a perguntinha fatídica: “E filhos? Vai viver só para o trabalho?”

Mas isso já é outra história…

Por : Gisele Susuki Veiga Ravazzi

Sim. Este texto é meu! Pode ser fraco, forte, bom, ruim… mas é meu, tá? Alguém que sempre batalhou fora de casa e que há um ano teve que experimentar e achar sabor na batalha “dentro” de casa.

Imagem: gettyimages.com

Vou contar prá vocês que não ando muito inspirada não! Tem muita coisa acontecendo e às vezes a gente não segura a barra, né?

Mesmo assim, de repente, me deu um “telecoteco”! Preparei a massa de dois sorvetes logo pela manhã: coco queimado e cacau. Agora à noite coloquei na sorveteira e…. HUmmmmmmmm!

Depois saí para cumprir deveres. Mas ainda consegui fazer a batata doce com shoyu que vi na net. E uma maminha recheada com nozes e damasco.  Elogiaram tanto, gente!:) 

 Fotos abaixo e espero meeeeeesmo que curtam!

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A maminha na travessa. ..Sem decoração (desculpem!), foi a correria.

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A maminha de pertinho.

Ingredientes
1 quilo de maminha aberta em manta
50g de queijo prato cortado em fatias
2 cubos de caldo de picanha

Damascos o suficiente para recehar

1 xícara de nozes picadas
1 xícara (chá) de água fervente

Modo de Preparo

1- Abra a carne sobre uma tábua e espalhe os damascos, as nozes e as fatias de queijo. Enrole a carne como rocambole e amarre com um barbante. Acomode em uma assadeira média.

2- Dissolva os cubos de caldo de picanha na água e espalhe sobre a carne. Cubra com papel-alumínio e leve ao forno médio pré-aquecido por 1 hora.

3- Retire o papel e volte ao forno por mais 30 minutos, ou até que a carne esteja macia e dourada. Regue com o caldo da assadeira algumas vezes.

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A batata na panela.

Ingredientes:

- 400 gr de batata-doce
- quanto baste de óleo de soja para fritar
- 1/2 xícara(s) (chá) de açúcar
- 2 colher(es) (sopa) de água
- 1 colher(es) (chá) de shoyu
- 1 colher(es) (café) de gergelim preto torrado(s)

Modo de preparo:

Lave bem as batatas e corte em tamanhos médios e uniformes. Deixe de molho em água morna por 10 minutos. Retire e coe em uma peneira. Coloque as batatas em óleo bem quente e frite-as. No início da fritura o fogo deve estar bem quente pois ao mergulhar as batatas no óleo, a tendência da temperatura é cair. No entanto, durante todo o processo de cozimento, o óleo deve ser mantido em temperatura média. Quando as batatas estiverem macias por dentro e crocantes por fora, retire e passe para um refratário com papel absorvente, a fim de retirar o excesso de gordura. Coloque o açúcar, a água e o shoyu misturados numa panela grande e cozinhe em fogo baixo. Quando começar a engrossar, acrescente as batatas reservadas e misture rapidamente, para que as batatas fiquem envoltas neste molho. Transfira para um recipiente levemente untado com óleo e polvilhe o gergelim.

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Batatas na travessa.

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Sorvete a caminho.

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Minha sorveteira…Ah! Que coisa linda!

RECEITA DO SORVETE DE COCO QUEIMADO

Ingredientes:
4 gemas,

1 xícara (chá) de açúcar,

1 garrafinha de 300g  de creme de leite fresco,

1 vidro de leite de coco

1 colher ( sopa) de essência de coco.

um pacote de coco queimado ralado

 

Bata as gemas e reserve.

Misture o leite de coco, creme de leite, o açúcar e a essência de coco e leve ao fogo baixo até que levante fervura ( fica menos líquido, mais cremoso).

Vá despejando aos poucos metade da mistura ainda quente sobre as gemas (temperar), mexendo sem parar para que as gemas não cozinhem, apenas se temperem.

Devolva a parte misturada com as gemas para a panela com o restante do creme e acrescente um pacote de coco queimado ralado. Cozinhe em fogo baixo, mexendo sempre, por aproximadamente sete minutos, ou até que fique bem cremoso.

Retire do fogo, cubra com papel filme bem rente ao creme para que não forme a crosta. Coloque na geladeira e deixe gelar/descansar por 12 hs.O creme ficou bem espesso.

Coloque na sorveteira por 25 minutos

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O sorveteeeeee! Tá, o de cacau não esperou a câmera e derreteu um pouco…

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Mais uma

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E a última!

 

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